Sábado, Outubro 23, 2004


Penal - a prova


É fato que não atualizava o blog há semanas. Mas eu avisei: 'estarei em semana de provas'. E não é que a tal semana ainda não acabou? Segunda-feira: Prova de Latim II. Matéria? Boa pergunta. Deve ser 'brocardos jurídicos'. Ad augusta per angusta. Cai como uma luva nesse momento. É tipo 'só se chega à glória com sofrimento'.

E terça-feira, a prova de Penal, com o nosso pop-star Juarez Tavares. A princípio eu pretendia estudar apenas pelo caderno e pelas transcrições da nossa turma (além de dois livros que eu arrumei - A Moderna Teoria do Fato Punível; e Manual de Direito Penal), mas eu resolvi ir até o site do 6o período, que tem todas as aulas transcritas, desde o primeiro período. Como o professor de Penal deles na época era o próprio Juarez, pensei, não custa nada ler as transcrições que lá se encontram.



Parece-me que as aulas de então eram completamente diferentes, ele começou dando uma matéria que não é propriamente a nossa, o que é ótimo, porque pode-se complementar as aulas que ele dá pra gente. Quem quiser dar uma olhada, e descobrir por que eu não tenho tido tempo de vir aqui, é só dar um pulo no site do 6o período. Para chegar às transcrições, vá em 'Disciplinas', depois em 'Disciplinas de outros períodos'. []'s.

postado por Duarte às
11:59 AM

Domingo, Outubro 10, 2004


Advogado conta piada para ironizar juízes e promotores
por Marco Antonio Birnfeld


No bar do foro central de Porto Alegre estavam um advogado, um juiz e um promotor. Falavam do congestionamento de alguns cartórios, da precariedade de funcionamento dos JECs, dos movimentos localizados para que o Ministério Público não possa realizar investigações. Aborrecido, o promotor chutou algo no chão. O magistrado fez que não viu. O advogado se abaixou e pegou -- era uma lâmpada mágica. Esfregou-a e, como de praxe, saiu um gênio.

Este, agradecido por ter sido libertado, disse que realizaria um pedido de cada um deles. Era só pedir!



O juiz impôs que, por ser magistrado, tinha preferência na escolha. Analisou a carreira sofrida dos magistrados, ele que já enfrentara a "estrada do inferno", de Mostardas (RS): "Eu quero uma ilha paradisíaca, e lá formar uma república só de juízes, sem problemas e sem processos". O gênio imediatamente realizou o pedido, mandando o juiz para lá.

Depois, o promotor -- que gostara da idéia do magistrado -- pediu: "Eu também quero um paraíso, para formar uma república só de promotores, mas distante dos juízes e sem advogados". O gênio, atendendo ao pedido, mandou o promotor para lá.

Virando-se para o advogado, o gênio perguntou: "E o senhor, que ficou por último, o que vai pedir?". Ao que o advogado respondeu: "Oh, gênio, já me fizeste dois favores tão grandes, me paga um cafezinho e está tudo certo".

postado por Duarte às
2:42 PM

Quarta-feira, Outubro 06, 2004


DPP: Disciplina Perfeitamente Pisoteável


Talvez eu tenha inventado a palavra 'pisoteável'. Mas é por uma boa causa. DPP, cadeira do 1o e 2o períodos da faculdade de Direito da Uerj, é, na verdade, sigla de Direito e Pensamento Político. Interessante, a princípio. O problema é que o professor, Geraldo Tadeu, é muito pop-star, vive no RJTV, na Globo News, e na nossa sala de aula, que é bom, nada. Ele dá duas ou três aulas no começo do período, dá a prova (que ele chama de experiência grupal), em grupo e com consulta (pois é, 'como assim?!'), e aí a gente passa o resto do semestre apresentando seminários.

Ontem foi a 'prova' dele. A gente se divertiu muito no meu grupo, ao contrário do semestre passado. A gente ria mais do que fazia prova. A gente tinha que fazer tipo uma redação, respondendo à pergunta, bem mongol assim mesmo... Quem quiser ver a prova, clique aqui, que ela aparecerá magicamente numa outra janela.

Semana que vem tem as provas pra valer. Passarei o fim-de-semana estudando. Se eu sobreviver, volto a escrever aqui!

postado por Duarte às
1:12 PM